É comum que equipes técnicas, ao identificar uma máquina comprometida, optem por formatar e reinstalar o sistema operacional. Embora essa prática possa restaurar a operação rapidamente, ela pode eliminar vestígios essenciais para a investigação.
Esses vestígios incluem logs de ataque, artefatos de malware, arquivos temporários e até fragmentos de memória que poderiam indicar autoria, método de ataque e extensão da intrusão.
A perda dessas evidências compromete não apenas a responsabilização judicial, mas também relatórios a órgãos reguladores e acionamento de seguros cibernéticos.
O custo de não preservar evidências pode superar em muito a economia inicial: multas regulatórias, litígios e danos reputacionais.
A recomendação é isolar sistemas afetados e acionar especialistas em DFIR antes de qualquer reinstalação.
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