História IBPTECH

Histórico

O IBP Instituto Brasileiro de Peritos (IBPTECH) foi fundado em 2001 como IBP Brasil – Instituto Brasileiro de Peritos em Comércio Eletrônico e Telemática, em resposta ao aumento das transações digitais no país.

Ainda naquele ano, a Revista Update, edição 378 da Amcham São Paulo (2001), registrou a criação do IBP Brasil e referiu-se pioneiramente aos seus profissionais como “ciberperitos”.

A partir daí, o IBP Brasil ampliou sua atuação nas práticas de computação forense e ciberdefesa, com foco em investigações de incidentes, auditoria de sistemas e adequação tecnológica, adequando-se ao cenário de ameaças digitais em evolução.

Ao longo das subsequentes mais de duas décadas passou a atuar em todo o Brasil e no exterior prestando inovadores serviços em Ciências e Tecnologias Forenses, abrangendo diversas áreas do conhecimento, com atuação interdisciplinar.

Com relação à ciberdefesa e perícia computacional, cabe destacar.


Áreas de Atuação em Ciberdefesa

  • Computação Forense e Resposta a Incidentes
    Investigação técnica de ataques e falhas, com coleta e preservação de evidências digitais.
  • e-Discovery
    Identificação, preservação e análise de dados relevantes para processos judiciais e arbitrais.
  • Auditoria e Conformidade Digital
    Avaliação de sistemas e ativos de software conforme normas técnicas e legais.
  • Laboratórios Interdisciplinares
    Laboratórios integrados abrangendo áreas como TI, telecomunicações, fonética, análise de imagens, economia e produção de provas no âmbito do direito digital.
  • Educação e Pesquisa
    Formação profissional e disseminação de conhecimento em ciberdefesa, enquanto mantenedor de IBPTECH Faculdade de Ciências Forenses e Tecnologia.

Aspectos Distintivos

  • Origem associada à perícia em comércio eletrônico no início dos anos 2000.
  • Primeiro registro público em 2001, na Revista Update, edição 378 da Amcham São Paulo, ao receber a denominação de “ciberperitos”.
  • Evolução consolidada em ciberdefesa, integrando práticas forenses tradicionais e demandas digitais.
  • Adoção de metodologias reconhecidas em ciências forenses e preservação de evidências.